Diário de Bordo - Armando, o Lôbo

2 de Julho de 2009 @ 16:27 por M. Pera

Armando Lôbo, um dos grandes artistas brasileiros surgidos nos últimos anos, disparou seu arsenal de ideias musicais para os presentes no Centro Cultural Carioca.

Os músicos Leandro Freixo (teclados), Mario Gaiotto (bateria), Bruno Py (baixo) e Júlio Merlino (sax e flauta) executaram as viagens sonoras de Armando (guitarra e voz) com conhecimento de causa, inclusive alternando suas posições do palco, em determinado momento, para as laterais da plateia (no caso de Julio e Bruno), trazendo uma experiência sonora única, protagonizada pelo autor e intérprete pernambucano.

Fica a dica para quem porventura ainda se interesse por novidades autênticas - Armando Lôbo cria uma atrás, ou sobreposta, da outra. Uma luz para a música.

Fotos abaixo…

Armando - com capa
Armando com a capa de seu disco Vulgar e Sublime projetada

Cissa - Cissa de Luna
Participação especial de Cissa de Luna

Portugal - Portugal
Um autor português?!?

MPB - MPB
Uma mensagem via Nelson Cavaquinho

Palíndromos - Palíndromos
Armando comanda as laterais e os palíndromos

Delira na próxima semana

25 de Junho de 2009 @ 00:02 por M. Pera

Na segunda-feira, 29, Armando Lôbo sobe ao palco do CCC para apresentar uma versão aditivada do show “Vulgar e Sublime”.
Após temporada com a aula-show “História do Tempo”, Armando traz as novidades “Quem Matou Che Guevara Fui Eu” e algumas canções do novo disco, a ser gravado ainda neste ano, “Técnicas Modernas do Êxtase”.
E tem mais… a Lôbo Guitar Chair, uma invenção para tocar guitarra!

Terça-feira, 30, Ricardo Leão lança na Modern Sound seu Cinematecla, com participações especiais de Ricardo Silveira e Marcelo Caldi. Num disco repleto de participações estelares, Leão visita as trilhas sonoras clássicas da história do cinema, num show cheio de surpresas.

Quinta, 02, as meninas do GisBranco, que estiveram recentemente no Auditório Ibirapuera, mostrando ao público paulista seu admirável e inédito trabalho de duo para pianos, fazem pocket-show no Espaço Rio Carioca, em Laranjeiras, com a participação mais do que especial de Chico César.
Chico vem ao Rio para a cerimônia do Prêmio de Música Brasileira, edição 2009, para o qual tem 3 indicações.

Falando em prêmio, o CD “Forró e Choro Vol.1″, de Marcelo Caldi e Fábio Luna, é um dos indicados à categoria melhor disco instrumental.

Uma semana musical pra todos!!!

Triplo - Triplo

Música + Música + Música

capa caldi luna - capa caldi luna

Caldi & Luna indicados ao Prêmio de Música Brasileira 2009

Diário de Bordo - Ricardo Werther encerra Festival Delira Blues

23 de Junho de 2009 @ 14:49 por M. Pera

O Centro Cultural Carioca foi o palco que abrigou o Festival Delira Blues - 2 anos.
Ano que vem tem mais.

Ontem, Ricardo Werther empolgou com a prévia do lançamento de seu álbum The Turning Point.
Voz sempre perfeita, maturidade na interpretação, escolha de um repertório surpreendente, e uma banda impressionante.
Só quem foi sabe o que viu.

Confira as fotos abaixo!!

Ricardo Werther
Ricardo Werther

BE + BA - Otávio, Beto, Ugo e Pedrão
Quase Blues Etílicos + Big Allanbik = Otávio Rocha, Beto Werther, Ugo Perrotta e Pedro Strasser

Tommaso - Tommaso
Marco Tommaso

Ricardo 2 - Ricardo 2
Ricardo ataca

Duas baterias 1 - Duas baterias 1
As já famosas duas baterias da banda de Ricardo Werther

Pedr  o 1 - Pedr  o 1
Pedrão

Beto 1 - Beto 1
Beto

Pedr  o sax - Pedr  o sax
Pedrão sax tenor

Ricardo 3 - Ricardo 3
Ricardo Werther

E no dia 29…

17 de Junho de 2009 @ 14:22 por M. Pera

Armando Lôbo confessa a morte de Che Guevara

16 de Junho de 2009 @ 16:40 por M. Pera

Ricardo Werther retorna aos palcos na próxima segunda

16 de Junho de 2009 @ 16:38 por M. Pera

Diário de Bordo - Alamo Leal e Rodica Blues No Festival Delira Blues

16 de Junho de 2009 @ 16:30 por M. Pera

Na última segunda, 15/06, Alamo Leal mostrou as canções de seu disco homônimo, recém-lançado pela Delira Blues, no festival do selo, que acontece no mês corrente no Centro Cultural Carioca.
Acompanhado pelo trio Blues Groovers, Alamo trouxe a convidada especial Rodica Blues.
Confiram as fotos abaixo.

Grupo pernambucano refresca frevo, com pitadas de pop e jazz - Estado de Minas

16 de Junho de 2009 @ 12:37 por Leo Coura

Eclético, o Frevo Diabo lança disco com repertório que vai de Carlos Gomes a Chico Buarque

Orquestra Frevo Diabo - Orquestra Frevo Diabo

Eduardo Tristão Girão - EM Cultura

Frevo não é só melodia alegre para dançar. Quem levanta essa bandeira são os músicos Armando Lôbo e Daniel Marques, que lideram o recém-criado Frevo Diabo, autoproclamado “primeiro grupo brasileiro, fora de Pernambuco, dedicado exclusivamente ao gênero”. O disco de estreia da banda, homônimo, é um bem-sucedido esforço para universalizar o frevo, arejando o conhecido compasso com influências do pop, rock e jazz, principalmente.

Afinal, o que o grupo toca é frevo ou não? “É frevo moderno. Da mesma forma que Villa-Lobos enxergava o choro como algo mais amplo, nos baseamos na tradição, mas estamos abertos a outras influências. Frevo não é só música de carnaval, não é só para dançar. É para fruir o ano todo, em qualquer ocasião”, responde Armando Lôbo, pernambucano radicado no Rio de Janeiro. Metade do repertório é instrumental.

Ele e Daniel Marques se conheceram quando Armando deixou o Recife para estudar composição na capital fluminense. Na escola, o pernambucano fez amizades com várias pessoas interessadas na música de seu estado e, em especial, no frevo – Daniel é um deles. “Ele foi comigo para o pré-carnaval no Recife e ficou louco. Quase virou cidadão pernambucano. Na volta, decidimos montar esse projeto, unindo nossas experiências e interesses”, conta Armando.

WAH WAH Uma guitarra distorcida aqui, camadas de metais acolá, improvisos, linhas de baixo diferentes e pedal wah wah. Assim o grupo deu coesão ao conjunto de 10 faixas de Frevo Diabo. “Usamos o frevo como ímã de outros gêneros. Quando não o trazemos castiço, usamos seus elementos. Henriquieto, do Guinga e Aldir Blanc, por exemplo, não é frevo puro. É uma composição moderna, com elementos do frevo. O que nos interessa é esse universo, mais do que o frevo restrito”, define.

No repertório do grupo também estão Frevo Guarani (livre adaptação de Armando para a ópera de Carlos Gomes), Não existe pecado ao sul do Equador (Chico Buarque e Ruy Guerra), De chapéu de sol aberto (Capiba), Último dia (Levino Ferreira), Enquanto existe carnaval (Thiago Amud), Carnaval de perneta (Daniel Marques) e três composições de Edu Lobo: Frevo Diabo (com Chico Buarque), No cordão da saideira e Frevo de Itamaracá. Entre os convidados, João Cavalcanti (voz), Nicolas Krassik (violino), Thiago Amud (voz) e Carlos Malta (sopros).

Baixista norte-americano lança álbum em homenagem a Villa-Lobos - Estado de Minas e O Imparcial

16 de Junho de 2009 @ 12:11 por Leo Coura

Inicialmente, o músico havia pensado em reescrever Floresta do Amazonas. Mas lançou o Villa’s Voz (Delira Música), que reúne 10 peças do mestre brasileiro

Bruce Henri - Bruce Henri

Bruce Henri já pensa em produzir segundo volume

Eduardo Tristão Girão EM Cultura

Baixista, compositor e cantor, o norte-americano Bruce Henri teve a ideia de reinterpretar a obra de Villa-Lobos em 2007, ano em que se comemoraram os 120 anos de nascimento do mestre. Mas só agora, quando se completam 50 anos de sua morte, o músico conseguiu lançar Villa’s voz (Delira Música), que reúne 10 peças do mestre brasileiro, quatro delas da ópera Floresta do Amazonas. Bruce, que assina todos os arranjos, obteve resultado primoroso, unindo elementos eruditos e populares.

“Sempre misturei minhas influências, como jazz, rock, clássico, blues e tudo mais o que estudei a vida inteira”, conta Bruce Henri, radicado no Brasil desde 1971. “Prefiro misturar ingredientes que já existem a plantar uma nova semente, me dá mais prazer, pois começo de referências que conheço. Escuto muita coisa linda e sinto vontade de me apropriar de tudo isso. Mas, é claro, dando meu toque.” Segundo o baixista, o disco foi gravado praticamente sem ensaio, o que privilegiou a espontaneidade das soluções musicais.

Inicialmente, o músico havia pensado em reescrever Floresta do Amazonas. “Juntaria a música com balé contemporâneo, mas vi que seria ambicioso demais reunir músicos de jazz e bailarinos, pelo menos nesse primeiro momento do projeto. Comecei então a pegar outras músicas do Villa-Lobos que já conhecia e que me foram apresentadas”, conta ele. Bruce revela ainda que já dispõe de material para um provável segundo volume.

“Tenho bastante intimidade com o repertório de Villa-Lobos. Toquei muitos anos com a pianista clássica Fernanda Canaud. Já rodamos bastante em duo pelo Brasil e Europa. Tocávamos, além de Villa-Lobos, muitos outros compositores. Porém, eu não havia transcrito tantas músicas. Agora, me dei algumas liberdades, como alterar compassos e prolongar algumas notas”, observa.

O repertório de Villa’s voz é aberto com o Prelúdio nº 3 e prossegue com Cair da tarde, peça de Floresta do Amazonas, da qual o baixista também extraiu Canção do amor, Melodia sentimental e Veleiros. De Pequena suíte, recriou os movimentos Legendária, Fugato all’antica e Melodia. Por fim, Bruce incluiu Tristorosa e O canto do cisne negro. Bruce foi acompanhado por Fernando Moraes (piano), Ricardo Costa (bateria e percussão), Leo Ortiz (violino), Jessé Sadoc (trumpete e flugelhorn), Jorge Pardo (solo de flauta) e David Ganc (naipe de flautas).

Café com Música - JB

16 de Junho de 2009 @ 10:34 por Leo Coura

JB - JB
Festival Vale do Café - Festival Vale do Café